Tão pouco falava
raramente se expressava
com inocência que trazia nos olhos
dava razão smpre que ela chingava
Era um raro contador de histórias
com saudade e carinho
contava as coisas do passado
sentado esquentando sol
junto da sua criação de pássaros
E quando via o portão aberto
saía de mansinho e fugia
más não deichava de contagiar ningúem
com a sua humildade e alegria
E se espalhava pela casa toda
um cheiro de fumo...
passos lentos e cabisbaixos
e um coração maior que o mundo!
Era uma peça rara
que junto da minha memória sempre vai!
e é com orgulho que eu poderia o chamar
de segundo pai (L)
POR : GABRIELA GARONZI

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