Powered By Blogger

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Segundo pai


Tão pouco falava
raramente se expressava
com inocência que trazia nos olhos
dava razão smpre que ela chingava

Era um raro contador de histórias
com saudade e carinho
contava as coisas do passado
sentado esquentando sol
junto da sua criação de pássaros

E quando via o portão aberto
saía de mansinho e fugia
más não deichava de contagiar ningúem
com a sua humildade e alegria

E se espalhava pela casa toda
um cheiro de fumo...
passos lentos e cabisbaixos
e um coração maior que o mundo!

Era uma peça rara
que junto da minha memória sempre vai!
e é com orgulho que eu poderia o chamar
de segundo pai (L)

POR : GABRIELA GARONZI